Me perdoe Vá, eu te acordei.
Eu prometi que ficaria celibata durante a minha viagem, mas ontem à noite eu sucumbi à fraqueza da carne e, te masturbei. Foi uma manobra de emergência, foi o sono que me faltou, foi a lembrança de quando tu eras preenchida com violência, e acariciada com carinho…enfim eu não pude me conter, precisei de você e você de mim.. ainda somos amigas, não somos???
Estavas plácida, adormecida quando ingenuamente passei a mão em seus pêlos, queria brincar, estava sem sono.. você compreende? Claro que sim, afinal neste momento eu sei que fingias dormir, aproveitei a recípocra e continuei o carinho incestuoso por algum tempo, até que tu, sempre tu, vagina ansiosa, mostrou-se desperta, molhando os meus dedos. Como de costume tu te molhas com deveras facilidade! procura te controlar Vá, pois sua indiscrição é praticamente uma ereção em público. Cachorrona!
Decidi bancar a santa-sacana e desenhei circulos em volta do seu clitóris, com cuidado para somente instigá-lo mas não tocá-lo, então passei o dedo indicador levemente pela virilha e pulava de um lado ao outro, evitando tocar onde tu querias ser dedada. Se arrepiou toda não foi? mas não deu o “clitóris-a-torcer” continuou quietinha. Foi quando lhe belisquei o capô e lhe afastei os lábios, senti o ar frio e o seu desconforto, mesmo assim resisti em te fechar…Sabe, nunca te disse isso, mas os seus lábios internos causam muito tesão, a sua timidez só aumenta o meu desejo. Vá, você é gostosa! e seus lábios, hmmmm, eu os torci, os estiquei e os abri também, mas pressionar-te lá, onde tu querias, demorou um pouquinho, quis lhe torturar, testar os seus limites, quis luxúria, só entre nós duas.
Quando o seu tesão passou a infectar o meu corpo, o meu quadril se elevou, o meu bum-bum se contraiu, fiquei febril e a razão desapareceu. Toquei-lhe lá junto ao último e profundo suspirar, que precedeu a rendição, e com as duas mãos juntas te apertei, como se aperta as bochechas de uma criança. As pernas se abriram te expondo, tive que atender aos chamados dos seios, afinal você despertou todo mundo! Com uma mão trazia um seio para a minha boca quis me lamber e, com a outra sentia o seu calor. Sim, o jogo se inverteu, culpa sua, tu comandavas as minhas açoes, e desprovida de vergonha, sozinha em meu quarto de hotel quis sentir o seu cheiro e também provei o seu gosto. Ficaste toda satisfeita… Te lembras como abusei de ti?
Seu inchaço demonstrou uso, ao saber disso só almejava gozar, mas a cada sinal de orgasmo eu mudava o ritmo. Foi para o seu próprio bem, afinal tentava lhe satisfazer por conta da ausência daquele animal faminto que embora te invada e te coma sem piedade, sempre o deseja…tá bem, eu confesso, também pensei nele… eu também gosto. Em algum momento, eu percebi que ias gozar, eu te senti pulsante, o teu era o meu orgasmo, éramos uma tu e eu, eu e tu. Tu eras Manyukeh e eu era Vagina. Agora sim podemos dormir, Boa noite, Vá.
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