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Dácuísmo

Tá nervosa? vai tomar no cu, que passa…

Eu acredito fielmente nisso. Só quem já tomou sabe como pode ser relaxante, hipnotizante e quiçá libertador! Ceder o cuzinho, é para a submissa, a entrega sagrada, contudo, o cú está para todos, é questão de uma boa cantada, de forma que todos deveriam cedê-lo pelo menos uma vez na vida.

Esqueça essa crendice popular de que o cu é imaculado, sodomia garante vaga cativa no inferno, e que a fudeca só deve cedê-lo ao seu príncipe-fudeco encantado. Acima de tudo, nada de machismo retrógrado e opressor da sacanagem, afinal praticar o “Dácuísmo” transcende o papel de furar ou ser furado.

Ha alguns estágios na prática de dácuísmo: o primeiro faz tchan.. não, não. Basicamente, você começa com medo travando o brioco, daí aceita a dor e a invasão que embora potencializem o trauma, se transformam em um prazer sem igual. Finalmente você acaba assustando o seu parceiro(a), quando suplica por um DP.

Moral da história: Vai tomar no cú!

 

Da criatividade alheia:

Fênix, O sodomizador

Tua bunda retumba, até mesmo na tumba em que me encontro. Faz de mim, um vivo-morto, morto-vivo, zumbiniando. Zumbi ando. Zumbi andando. E em minha cova funda desejo teus montes. Renasço das cinzas. Enrijeço feito o gesso pra enterrar-me em tua bunda.
Sade
Publicado no Recanto das Letras em 20/02/2008
Código do texto: T867822
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Dando Sinal

Não costumava a se oferecer logo pela manhã, mas nesse dia, por solidariedade ou talvez inércia, o quebrete colocou-se ali diante de sua sodomizadora; De joelhos no chão, pernas afastadas levemente abaixou a cuequinha. Oferecido e ofegante molestava o seu próprio mamilo direito. 

A única coisa visível, nesta cena tão arrebatadora, eram suas nádegas rechunchudas e alvas.

Abriu a bunda e piscou duas vezes para ela: – Vem!

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Encosta a tua cabecinha no…

…meu cu e roooooooça…

Um minuto de silêncio para aquelas que não gostam ou podem dar o cuzinho.

Voltei.

Cotidiano BDSM

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Na cabeça dela

fading_2_by_pirifool.jpgOK.Vontade de comer outra vez, melhor acender um cigarro. O cretino foi embora sem ao menos dizer bom dia. Porque não perco essa mania estúpida de fumar olhando para o espelho? Se ainda tivesse aquela sensação de poder de 15 anos atrás, mas o que vejo no reflexo não é nada aprazível. Preciso comprar alguma coisa. Tenho certeza que ele quer comer aquela Lolitinha. Fantasia em tirar o pau de mim e meter nela. E ela se aproveita da sensualidade jovial para atraí-lo. Piranha de fraldas! Maldito creme que não faz efeito. Minhas rugas estão aumentando em progressão geométrica. Estou cada dia mais parecida com sua esposa idosa e gasta. Foi-se, se matou. Deve ser insuportável viver com ele. Melhor morrer. E eu morro para tê-lo mais um minuto pela manhã. Foi-se, de certo ao encontro da lolita. Quer se emaranhar em seus pentelhos lisos. Não há duvidas de que ele se masturba com aquele pau molengo pensando nela. Hoje eu vou me embriagar e chupar todos os cacetes que eu conseguir. Antes te amaldiçoarei. Que a sua pele derreta formando crateras lunares. lolita leprosa do caralho!Sorrisinhos maliciosos e troca de olhares, Eu vejo tudo. Merdas. São uns merdas. Preciso fazer um branqueamento nos dentes, uma lipo, uma plástica, qualquer coisa, minha aparência está desprezível. Ela se acha espertinha, mas é só o peitinho empinado guinar para baixo que as coisas vão mudar. Aí ela vai ver! Pensa que é superior por causa das roupinhas justinhas e do jeitinho infanto-juvenil. E ainda lança uma série de certezas sobre tudo o que não conhece. Lolita bossal, suburbana estúpida! O que deve estar fazendo agora? vou ligar para ele. Agora não, daqui à pouco, não quero parecer ansiosa. Ele está parado no trânsito e ela, com certeza ela está fudendo seu cachorro perebento. Pobre alma, acredita que ele seja rico. Mal sabe que seu carro do ano é financiado em trocentas vezes pelo papai funcionário público. Não suporto a sua voz e a visão de sua lingua a passear pelo cu dele. Ele enfia a cara dela no meio de sua bunda. Ela desconhece, mas esse é o seu lugar, no cu dele. Férias provisórias. Quem precisa férias? Ele bem que agora podia assumir a nossa relação ou sumir. O  mundo não faria isso comigo. Já se passaram anos cá no meu mundo de ontem. Ele não manifestou nenhum interesse, só pensa em se aliviar. Traíção. Agora Lolita se encantou por um americano gordo de óculos e boné e partiu para o primeiro mundo pra criar seus filhos albinos devoradores de Mac Donald`s. Será que isso é justo? É, sem dúvida, uma vingança,o senhorzinho imperialista carregou consigo o maior tesouro dos trópicos que o outro possuía: a Lolita capeta ninfa. Se foi, e ele vai me telefonar. Preciso voltar para a análise. E pensar em todo o tempo que estiquei o expediente sem cobrar hora extra para fazer o filho da puta gozar. Ele vai me ligar. A xereca podre da lolita a levou embora. Eu deveria tê-la impedido de adentrar em sua vida. Vazio mórbido. E ele me disse: “Gosto dela, é audaciosa e tem um quê. O que você acha de ensinar-lhe um pouco dos nossos processos?” Tudo bem, eu disse. Como sempre, eu disse tudo bem. “Tudo bem se eu não te levar em casa hoje?” Tudo bem. “Tudo bem se eu te deixar sozinha nesse final de semana?” Tudo bem. “Tudo bem se eu meter na bunda dela e gozar na sua boca?” Tudo bem. “Tudo bem se eu te te procurar somente quando sentir vontade de disseminar o meu ranço ralo e acumulado ?” Tudo bem. Isso tudo é culpa da minha mãe que sempre me criou para fingir que estava tudo bem. Nas noites em que meu pai me acordava e apertava com força a minha boca para que eu não acordasse ninguém enquanto roçava seu pau velho na minha bunda, ela aparecia depois e me abraçava forte dizendo sem parar “Está tudo bem, está tudo bem!”. Vejo lolitas em toda a parte. O telefone não toca. A terapia. Ele me pagou um psiquiatra, que me comeu por dois anos durante todo o tempo da consulta. Sua porra era ácida. Nunca me curou como havia prometido. Ele não me liga. Agora sou eu por eu, sem espelho, sem ele e sem lolita. Eu não fantasio demais. Não fantasio mais nada. Não sou capaz de inventar lembranças. Vou sair. Beber, fumar, fuder, mas antes vou ligar para ele. 

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E nos “anais” de um chat…

rice_by_sushietc.jpgCuzeira1: Você dá o seu cuzinho?
Cuzeria2: Ihhh há muito tempo, o meu marido só goza se comer o meu cu!!
Cuzeira1: Então, você dá o cu sempre, suponho..?
Cuzeira2: Não, eu não preciso fazer sexo anal todas às vezes, vale tudo, cuspida, lambida, dedada…e, ele goza.
Cuzeira1: hmmm….
Cuzeira2: Mas tem algo que fazemos, que é um pouco err… digamos, exótico.
Cuzeira1: O que é???
Cuzeira2: Nós fazemos sexo anal com arroz. Deixe me explicar, quando o pau dele está duro, ele o lambuza em minha xoxota, e depois eu o salpico como arroz cru. Fica uma foda “crocante”.

Cuzeira1: Sei….

Só para constar: Eu não sou a cuzeira n.1 tampouco a cuzeira n.2, apesar de ter ficado deveras curiosa acerca da depravada criatividade alheia…

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A equação social do rabo

just_say_no__by_green_echo.jpgMocinhas:

Mocinhas de bem não dão o rabo.

Mocinhas de bem que não dão o rabo, casam mais rápido.

Mocinhas de bem que dão o rabo mas dizem não dar, casam mais rápido ainda.

Mocinhos:

Mocinhos de bem casam com mocinhas de bem que dão o rabo mas dizem não dar.

Mocinhos de bem dão o rabo para outros mocinhos de bem, que por sua vez são casados com mocinhas de bem que dão o rabo ou não.

Moral da estória: Sei la. Só sei que Manyukeh é mocinha de bem e nunca comeu o rabo de ninguém.

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Em que posso lhe servir?

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A vantagem de ter péssima memória é divertir-se muitas vezes com as mesmas coisas boas como se fosse a primeira vez. Nietzsche

Pouca sinceridade é uma coisa perigosa, e muita sinceridade é absolutamente fatal. Oscar Wilde

Escreva-me: manyukeh@gmail.com

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Nunca confie na mulher que diz a verdadeira idade, pois se ela diz isso... Ela é capaz de dizer qualquer coisa. Eu tenho 34 anos.

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