Arquivo para Agosto, 2008

O Calmante

Jandira a insana, é uma moça que requer atenção especial, Ela é viciada em pau e Xanax e vive em um mundo curioso. Sua condição, vai além de qualquer tentativa de resgate. Ela pira, ela baba e ela morde se perder a única coisa que conquistou durante toda a sua vida: um pau cativo. Em momentos de crise, somente o pau de João Carlos, o maníaco do segundo andar, pode lhe trazer paz.

 

Se conheceram no chat, precisamente na sala aberta por um assinante, chamada: “um pau para chamar de seu”. Se encontram, e desde então estão juntos. JC diz que a esposa adora fazer “travessuras”, mas ele está sempre alerta para sacar o “calmante”.

 

Ao contrário do que se possa pensar, Jandira é uma pessoal sociável, seu estilo de vida suicida e imoral aliado ao vicio de medicamentos, Alzheimer e anorexia, a faz ter altos e baixos como “qualquer um de nós”.  Ela só não gosta de “perder o chão” ou da senhora que lhe escolhe as camisas, reclama que depois de vestir a roupa especial, não consegue mexer os braços. Mas, até para horas como essa, o pau de JC está sempre pronto à ajudar.

 

Conta o marido que, em um momento de crise, Jandira retirou as roupas, e desatou a correr violentamente contra as paredes chutando gatos, cuspindo ao alto e xingando a vizinhança. Perturbado ele desabafa que no auge da crise, sua mulher pegou uma figa talhada em madeira e um cinto e, se colocou de joelhos diante dele. Em convulsões frenéticas ela se surrava de cinto, se auto-estrangulava e enfiava a figa na boceta berrando “fuck me, fuck me real hard Daddy” isso tudo em meio aos choros copiosos e gargalhadas homéricas. “Nem David Lynch chegaria tão longe”, suspirou o marido.

 

JC não pensou duas vezes, Jandira precisava ser exorcizada, abriu o zíper e exibiu seu caralho na tentativa de acalmar a insana. Ela avistou o mastro lustroso de seu amado, o agarrou em transe e, como de costume o beijou, passeou pelo rosto, lambeu e chupou faminta, JC apreciava a felação quando um grito de dor ecoou em seu apartamento. Notou que, embora confuso e sob dores alucinantes, o seu pau repousava solitário e moribundo no chão. Olhou para Jandira, estava catatônicamente serena. Trêmulo e ofegante, estava prestes à sofrer um colapso; Procurou ver tudo claramente, e avistou seu pau, notou sua beleza, sua simplicidade, sua majestade e, de repente, se acalmou.

xx

Assim, se goza.

 1) Dos Pentelhos
Mauro tinha um desejo peculiar: andava com os pentelhos da mulher religiosamente guardados em um álbum. Sua mulher em contrapartida deveria estar sempre depilada, sem um pelo sequer. Isso a irritava solenemente; Ele não podia ser normal????

A esposa estava preocupada com a obsessão do marido, afinal ele passava horas investigando lençóis, banheiras e quinas à procura de seus pelos pubianos. Quando achava um, o analisava, alisava, esticava, cheirava e guardava junto com a sua coleção.

Na hora de foder, ele retirava os pentelhos da caixinha e os colocava estrategicamente sobre xoxota pelada de sua mulher, como fosse uma peruca de pentelhos. Assim, Mauro gozava e a esposa se fudia.

2) Da Cueca
Jonas andava tristonho, e quando um amigo lhe ofereceu um ombro para desabafar, não esperava se deparar com algo tão… especial. Jonas, seu camarada, estava desesperado porque tinha uma “questão” com cuecas.

Em seu desabafo, Jonas confidenciou que somente se excitava se usasse a cueca de sua mulher Katia. Cueca da  mulher??? Sim! Jonas emprestava suas cuecas para a esposa usar e pedia que ela a devolvesse usada por, pelo menos, três dias de uso. Ele então, poderia se deleitar usando a cueca que cheirava a boceta (vencida, sorry por enfatizar) até quando o aroma desaparecesse. Daí, ela lavava e usava novamente nesse espiral fetichista estranhíssimo. Assim, Jonas gozava e Katia se fudia.

3) Das botas
Telma chega em casa, cansada do trabalho se joga no sofá para se recompor da agitação do dia. Em cima da mesa, ela vê as chaves do marido Francisco. Ele está em casa! E cedo! Se anima, levanta e corre para o quarto ao seu encontro. Lá, seu Francisco se encotra nú, com uma caixa de presente repousando em seu colo. Sem lhe dar chances de falar, ele diz impudicamente “experimente”!.

Telma abre a caixa com euforia, e vê uma bota cano alto de couro preto e um cinto. Entusiasmada por quebrar a rotina, ela experimenta tudo. O marido sufocado de tanto tesão a agarra, e a ordena à manter as botas, os dois fodem como maníacos no cio.

Telma conta que é há cerca de quatro anos que não fode sem estar calçada, pois seu marido só consegue foder se ela estiver de botas e cinto. Assim, Francisco gozava e Telma se fudia.

Migalhas

Voltei. E queria falar de política, filantropia, e olimpíadas, mas na certa vão dizer “viu o que as férias fizeram com ela??? óóóóóóóóó”
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Grande merda. Pra que negar? Putaria, parafilias e obssessões são invariavelmente meus temas prediletos.
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News up-to-date: Casa quase pronta, o negon tá na area, Sobrinho nasceu, comeu botão.
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Agora além de submissa, libertina, tímida, e anti-social, sou tia.
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“meia verdade” ??? O que significa isso, tia Pasquale-sabe-tudo-fodona-mega-blaster-super-combo-culta?
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Afinal, qual é a diferença entre a mentira e uma “meia verdade” ?? anyone?
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Missiva donkey-kong: Desiste nêga, vc tenta desesperadamente se aprofundar em uma opinião, mas só soluça mediocridade. buuuuuuuuuuuuuu!
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Não é frustante quando não captam a sua mensagem? desprezo analfabetas de entrelinhas.
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BLOW-JOB? hein? Alguem aqui tem como profissão assoprar o pau de alguém?
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Boquete é igualmente medonho. “Chupei um pau” é mais digno. E, “chupe o meu pau” é divino.
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É antropológico: o homem quando está saudoso, pensa, cutuca e as vezes, liga. As vezes, ela não atende, e as vezes, a mulher dele nem desconfia.
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E aí, Freud, tem como explicar essa?!
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Quem avisa…: O esquecimento tem como função nos proteger. É algo mais que saudável, é o verdadeiro antídoto contra o ressentimento.
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Então, vc já sabe o que fazer…


Em que posso lhe servir?

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A vantagem de ter péssima memória é divertir-se muitas vezes com as mesmas coisas boas como se fosse a primeira vez. Nietzsche

Pouca sinceridade é uma coisa perigosa, e muita sinceridade é absolutamente fatal. Oscar Wilde

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Nunca confie na mulher que diz a verdadeira idade, pois se ela diz isso... Ela é capaz de dizer qualquer coisa. Eu tenho 34 anos.

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