Arquivo para Junho, 2008

Dácuísmo

Tá nervosa? vai tomar no cu, que passa…

Eu acredito fielmente nisso. Só quem já tomou sabe como pode ser relaxante, hipnotizante e quiçá libertador! Ceder o cuzinho, é para a submissa, a entrega sagrada, contudo, o cú está para todos, é questão de uma boa cantada, de forma que todos deveriam cedê-lo pelo menos uma vez na vida.

Esqueça essa crendice popular de que o cu é imaculado, sodomia garante vaga cativa no inferno, e que a fudeca só deve cedê-lo ao seu príncipe-fudeco encantado. Acima de tudo, nada de machismo retrógrado e opressor da sacanagem, afinal praticar o “Dácuísmo” transcende o papel de furar ou ser furado.

Ha alguns estágios na prática de dácuísmo: o primeiro faz tchan.. não, não. Basicamente, você começa com medo travando o brioco, daí aceita a dor e a invasão que embora potencializem o trauma, se transformam em um prazer sem igual. Finalmente você acaba assustando o seu parceiro(a), quando suplica por um DP.

Moral da história: Vai tomar no cú!

 

A outra

Ela acordou nua e percebeu estar no meio de um enorme e luxuoso salão, de certo, pertencia a ala nobre de uma mansão opulenta, pensou. Um chandelier de cristal iluminava a sua cama e refletia luz suficiente para decifrar algumas formas na escuridão. Ela era incapaz de mensurar a dimensão do cômodo que lhe aprisionava, a não ser por uma outra cama ao fundo, que era igualmente pouco iluminada.

Estava amarrada. O leito era forrado de cetim vermelho sangue, suas mãos atadas acima da cabeça estavam frias. Suas pernas presas, trêmulas e escancaradas expunha a sua boceta seca. Gemeu de desconforto, mas fora ignorada. Alerta, escutou um grunhido sufocado que suspeitava vir da cama ao fundo, o som lembrava uma orgia, identificou um gemido isolado que sucedeu uma chicotada inflamada em carne nua. Uma onda de pânico tomou sua alma, mas resolveu esperar, imóvel e aflita.

Vinte e sete. Era esse o número que não saia de sua cabeça, olhando ao redor esforçava-se em buscar a sua última lembrança. Sim, ela sabia, ela sabia de fato que seria a próxima. Seria oferecida para vinte e sete homens, e, que este era o seu desejo ou um preço à se pagar. Se desejo fosse, seria o mais depravado e o último deles.

Rendida se entregou á espera, que fora interrompida pelo silêncio seguido de passos em sua direção. A luz que lhe iluminava, se intensificou, ressaltando a sua pele alva e o vermelho dos seus mamilos eretos. Na mesma proporção a escuridão se expandiu limitando sua visão somente para o diâmetro da cama acetinada. Prendeu a respiração momentaneamente, até sentir a presença dos vinte e sete homens ao seu redor. Ameaçou falar, mas logo foi repreendida com um gag enfiado á força em sua boca. Estava sozinha, exposta e rodeada de muitos. Estava vulnerável como jamais esteve. Estava gostando.

O som abafado dos gemidos havia cessado, e fora substituido pela estimulação umida da masturbação simultanea de vinte e sete caralhos. Sentiu a proximidade de alguns ao ser tocada, analisada e cheirada. Sua boceta respondeu deixando marcas umidas no lençol, sim , estava molhada e cada um lhe enfiava o dedo para apreciar o seu gosto. Mesmo amordaçada, gemeu em súplica para ser fodida, ao invés, entretanto, sentiu o seu rosto arder de um tapa que não antecedeu. Sem emitir nenhum som, estremeceu, lacrimejou e cedeu ao seu papel de protagonista de um espetáculo que não compreendia.

Aguardou tesa e inebriada pelo aroma de tantos caralhos à sua volta, esperava pelo momento que seria coberta de porra. Porra de muitos. Desejava misturá-la e introduzí-la em todos os seus orifícios. Mas, não pôde se conter, a vibração oscilante das punhetas em conjunção com as respirações ofegantes, fizeram as suas entranhas se contorcerem, sua boceta latejava e seu corpo se revirava em agonia. Agora, ela precisava ser fodida, e queria todos eles dentro dela. Desafiando em protesto, resolveu chantageá-los e fechou as pernas.

Os vinte-e-sete, se foram, um por um. Abandonada e confusa sentiu o frio do cetim, sentiu a luz limitada que trazia a escuridão e novamente escutou um som abafado, desta vez porém, de vários homens à gozar. Na cama de outra.

 

 

EU Já:

- Dancei nua em um cabaré
- Me senti culpada no dia seguinte
- Transei com um homem mais novo
- Transei com um homem (bem) mais velho
- Transei com uma mulher bofinho
- Transei doidona
- Ri quando gozei
- Chorei quando não
- Provoquei demais
- Fugi na mesma proporção
- Fui para escola sem calcinha
- Fodi sem ter vontade
- Implorei para ser fodida
- Namorei com dois ao mesmo tempo
- Namorei com duas ao mesmo tempo
- Namorei um homem casado
- Fui perseguida pela mulher dele
- Participei de um ménagè
- Fui aquela
- Fui a outra
- Fui amarrada
- Fui torturada
- Fui abusada
- Fui à uma casa de swing só para olhar
- Olhar não foi somente o que fiz
- Gozei nas amarras
- Gozei com palmadas na bunda
- Gozei sonhando
- Gozei pela frente, por trás e por cima.
- Me entreguei de corpo e alma
- Me entreguei só de corpo
- Me masturbei na webcamnow
- Me masturbei no banheiro do escritório
- Me masturbei na frente dele
- Cruzei um oceano por uma trepada
- Mudei de país por amor

Migalhas

Resultado do “Dia dos namorados”: Mais uma prova de quem importa, de quem vale ter ao lado.
♣♣♣
Resumo do “Dia dos namorados”: Ontem não pude vir aqui, não escrevi nada, nadinha. Não tive tempo. Estava ocupada demais. Com ele. Ahã. muito ocupada, mesmo.
♣♣♣
Amiga em surto psicótico: “Mas afinal, cadê o meu John Lenon? O meu Zé Pequeno? O meu cangaceiro? O meu Sócrates? ou o meu Principe Charles? Cadê o meu Romeu? Dartagnan? Tarzan? Cadê? porra, cadê? “
♣♣♣
…Seil lá cocota, mas, perguntar não ofende: Já contemplou jogar no outro time???
♣♣♣
Uma vez, quando eu exalava puberdade pelos poros, eu já provei um boceta! o sexo foi “gratificante”.
♣♣♣
…Já o relacionamento não funcionou muito bem.. digamos que faltou um pouco de… de… barba cerrada, arroto alto e uma boa “porrada”.
♣♣♣
Visão daquelas que dão um nó na retina: Vê-lo chegando, ofegante, sorridente e com um baita presentão embaixo do braço. É meu, todo meu!
♣♣♣
Top ten cantadas de rua: “Voce deve ser mais apertadinha que os rebites de um submarino.”
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Praga libanesa: Que as pulgas de mil camelos infestem o fundilho daquele que estragar o seu dia, e que seus braços sejam muito curtos para coçar.
♣♣♣
A vala do mundo contemporâneo em um momento Salve a sua alma: “O homossexualismo é causado por opressão demoníaca” – Radio evangélica – Rio de Janeiro
♣♣♣
Estão querendo nos fuder, e o caralho homérico se chama: “CSS” – Contribuição Social para a Saúde.

Missiva “Be aware”

Você sabe o que é isso?

- É uma jaca.

Exatamente onde estão enfiados os meus queridos pés, ambos os dois em conjunto.

Então, não me provoque. Porque hoje, tem!

xxx

Mulher de tromba

Não sei você, mas eu sinto que há algo de peculiar à ser circuncisado nesta muchacha…

..e é grande. Se é.

xxx

Pitando no Rio

Tudo pode ser resumido em uma boa tragada de cigarro .

Umas das coisas que mais gosto de fazer é sair do trabalho, sentar no meu “local bar”, pedir um drink e acender um cigarro . É algo que relaxa . Nada de pentelhação. Nada de pressão, stress-zero na área designada para fumantes, meu canto. Apenas um drink , o cigarro e o pensamento em algum lugar longe .

A vida era simples assim, até o bucéfalo do Cesar Maia proibir o fumo em todos bares, restaurantes, abertos ou não.

Deixo aqui o meu protesto.

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Super Freak

Super freak

Você lembra da austríaca que era mantida pelo próprio pai como escrava sexual no porão de sua casa?

O nome dela é Elisabeth Fritzl. Ela estava em coma desde que foi levada para o hospital, hoje ela acordou.

 

E agora?

Veja as fotos aqui

Em tempo: Será ?????
  =

xxx

Ponto ZzzzzZzzzZzzz

Katiene não conseguia dormir, a insônia voltava à atacar. Virava de um lado ao outro na cama sem ao menos bocejar. Normalmente ela fodia para relaxar e caia no sono, mas desta vez, sem ter a quem recorrer, optou pela masturbação.

Katiene decidiu achar o seu ponto G. Levou os dedos à boca, lambuzou e os introduziu com cuidado em sua boceta curiosa.

Nos primeiros minutos, ela conseguiu enfiar apenas alguns dedos, mas nada de achar ponto algum. Passado mais algum tempo, em seu incansável e ávido desejo de se auto-conhecer, sua mão entrou até o pulso e Katiene percebeu como aquilo era bom.

A sensação de prazer, dor e completude que sua mão lhe causava era extasiante. Ela mexia a mão freneticamente dentro de si, sempre à procura do seu ponto. Nos minutos que se seguiram, Katiene continuou fazendo seu fist, até que, começou à sentir que era capaz de enfiar o braço todo. E, enfiou.

Berrou de dor à medida que o seu braço à penetrava, e lá, no final da sua boceta quente, entre suas carnes úmidas, encontrou o seu ponto, vermelho, protuberante e rijo como um botão de emergência. O pressionou, e dormiu.

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A place for everything

O Sovaco de Mirabel

Mirabel nunca compreendeu porque seus pêlos do sovaco causavam repúdia aos outros. Acreditava fielmente que suas axilas peludas poderiam exalar uma quantidade de feromônio suficiente, que faria o Vaticano na Pascoa virar um bacanal do inferno.

Constava que algumas peculiaridades a cercavam . Sentia um tesão imensurável quando depilava seus pêlos. Quando estavam bem compridos, arrancava-os pela raiz. Nada a fazia gozar senão a dor que sentia com o trauma da extração, dos poros abertos, da auto-flagelação. A depilação era insuportavelmente quente, úmida e latente. A axila pelada ganhava vida, os pêlos ferviam de vontade de crescer e ela, esperava ansiosa pelo crescimento deles, para novamente sequestrá-los.

Embora gozasse profundamente com a dor da ruptura de micro-vasos, e raizes extraídas, sua axila peluda lhe completava, lhe conferia seu direito natural de ser fêmea, mamífera em espécie, ser pura e natural, sexual e primitiva. Para Mirabel, sua axila era sua outra vagina, gorducha, suada, peluda e sem orifício. Enquanto aguardava o crescimento dos pêlos adolescentes, masturbava-os e cheirava-os, com seus olhos fechados. Aspirava com vontade, o suor animalesco, o cheiro dela mesma, de sua essência. Para Mirabel, o sovaco era das suas bocetas, a melhor, a mais sensual.

Um dia Mirabel acordou incomodada com uma fétida sudorese, mesmo desconfortável, sentiu uma atração impetuosa, um furor inexplicável e incrivelmente íntimo. Sem pensar muito tascou uma lambida no suor que escorria da vasta axila peluda. Determinada, sugava o seu sovaco incansavelmente, até seus pelos ficarem encharcados e, seu maxilar falhar em cansaço. O odor de sua saliva misturada ao forte cheiro de suor, tornou-se um perfume irresístivel, Nirvana de sua existência, motivo de obsessão que a faria desistir dos seus orgasmos eternamente…

…Naquele dia, Mirabel, decidiu nunca mais se depilar.

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Em que posso lhe servir?

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A vantagem de ter péssima memória é divertir-se muitas vezes com as mesmas coisas boas como se fosse a primeira vez. Nietzsche

Pouca sinceridade é uma coisa perigosa, e muita sinceridade é absolutamente fatal. Oscar Wilde

Escreva-me: manyukeh@gmail.com

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Nunca confie na mulher que diz a verdadeira idade, pois se ela diz isso... Ela é capaz de dizer qualquer coisa. Eu tenho 34 anos.

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