Muuuuugalhas

funny_243

Virtualmente celebrando a volta daquela que sempre esteve..de olho..mas sem vontade, até hoje.
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Eu voltei, e desta vez, vou gozar junto.
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Uma vez me disseram que faltava pouco para eu me tornar em um vulcao sexual.
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A hora veio, a terra tremeu, o fogo explodiu os portoes da sacanagem e…
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Os dias nunca mais foram os mesmos.
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Soube que alguem se arrependeu, mas náo aprendeu…E náo foi Eu.
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Breaking news! A vaca foi pro brejo!
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Sendo que eu não sou a vaca e o brejo não é lá em casa.
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É tudo uma questáo de saber ordenhar e ser ordenhada. 
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No brejo, todas as vacas são iguais, porem tem uma que fala demais..
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…deve ser pq é fodida de menos…
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Tem certas coisas que a gente, por etiqueta, cortesia e cavalherismo, não comenta, mas perguntar pode, né…
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… a Vaca da vizinha eh sempre mais gostosa??
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De Bokowski: A puta abertamente profissional representa uma ameaça de colapso capaz de levar toda a sociedade de Desempenho e Dinamismo direto para o cemitério. Ela desvaloriza a buceta.
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So para arrematar: O porquê de usar o termo puta, e não prostituta:
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Prostituta é uma palavra com muitas sílabas. Não serve para exprimir a verdadeira importância deste ofício.

Gosto

submissiveGosto de dormir nua, vagina exposta, abraçada ao travesseiro que aquece. Gosto de sentir o cheiro das trepadas passadas. Adoro os beijos, a língua e, mesmo a boca que no auge do tesão,  não se conteve.

Gosto da meia-luz,  e do olhar faminto do Dono, o olhar e somente o olhar, excita-me por si só. Adoro me oferecer à sua cobiça, me entregar ao seus pecados e ser cumplice de sua pornografia.

Gosto de guardar os segredos da luxuria, gosto de compartilhar o escondido e encontrar-me em seus sonhos. De olhos fechados, gosto de criar o nosso mundo e depois, recordar o atrevimento, a derrota dos limites, o vento em nossos cabelos e, o seu perfume.

Gosto de me masturbar na sua frente, observando a sua atenção, tensão, tesão. Divirto-me em sua respiração, simulo a penetração, te provoco à me dominar, à me fazer ser sua, mais uma vez. Sua.

Que venha à mim, o meu negão.

O Calmante

Jandira a insana, é uma moça que requer atenção especial, Ela é viciada em pau e Xanax e vive em um mundo curioso. Sua condição, vai além de qualquer tentativa de resgate. Ela pira, ela baba e ela morde se perder a única coisa que conquistou durante toda a sua vida: um pau cativo. Em momentos de crise, somente o pau de João Carlos, o maníaco do segundo andar, pode lhe trazer paz.

 

Se conheceram no chat, precisamente na sala aberta por um assinante, chamada: “um pau para chamar de seu”. Se encontram, e desde então estão juntos. JC diz que a esposa adora fazer “travessuras”, mas ele está sempre alerta para sacar o “calmante”.

 

Ao contrário do que se possa pensar, Jandira é uma pessoal sociável, seu estilo de vida suicida e imoral aliado ao vicio de medicamentos, Alzheimer e anorexia, a faz ter altos e baixos como “qualquer um de nós”.  Ela só não gosta de “perder o chão” ou da senhora que lhe escolhe as camisas, reclama que depois de vestir a roupa especial, não consegue mexer os braços. Mas, até para horas como essa, o pau de JC está sempre pronto à ajudar.

 

Conta o marido que, em um momento de crise, Jandira retirou as roupas, e desatou a correr violentamente contra as paredes chutando gatos, cuspindo ao alto e xingando a vizinhança. Perturbado ele desabafa que no auge da crise, sua mulher pegou uma figa talhada em madeira e um cinto e, se colocou de joelhos diante dele. Em convulsões frenéticas ela se surrava de cinto, se auto-estrangulava e enfiava a figa na boceta berrando “fuck me, fuck me real hard Daddy” isso tudo em meio aos choros copiosos e gargalhadas homéricas. “Nem David Lynch chegaria tão longe”, suspirou o marido.

 

JC não pensou duas vezes, Jandira precisava ser exorcizada, abriu o zíper e exibiu seu caralho na tentativa de acalmar a insana. Ela avistou o mastro lustroso de seu amado, o agarrou em transe e, como de costume o beijou, passeou pelo rosto, lambeu e chupou faminta, JC apreciava a felação quando um grito de dor ecoou em seu apartamento. Notou que, embora confuso e sob dores alucinantes, o seu pau repousava solitário e moribundo no chão. Olhou para Jandira, estava catatônicamente serena. Trêmulo e ofegante, estava prestes à sofrer um colapso; Procurou ver tudo claramente, e avistou seu pau, notou sua beleza, sua simplicidade, sua majestade e, de repente, se acalmou.

xx

Assim, se goza.

 1) Dos Pentelhos
Mauro tinha um desejo peculiar: andava com os pentelhos da mulher religiosamente guardados em um álbum. Sua mulher em contrapartida deveria estar sempre depilada, sem um pelo sequer. Isso a irritava solenemente; Ele não podia ser normal????

A esposa estava preocupada com a obsessão do marido, afinal ele passava horas investigando lençóis, banheiras e quinas à procura de seus pelos pubianos. Quando achava um, o analisava, alisava, esticava, cheirava e guardava junto com a sua coleção.

Na hora de foder, ele retirava os pentelhos da caixinha e os colocava estrategicamente sobre xoxota pelada de sua mulher, como fosse uma peruca de pentelhos. Assim, Mauro gozava e a esposa se fudia.

2) Da Cueca
Jonas andava tristonho, e quando um amigo lhe ofereceu um ombro para desabafar, não esperava se deparar com algo tão… especial. Jonas, seu camarada, estava desesperado porque tinha uma “questão” com cuecas.

Em seu desabafo, Jonas confidenciou que somente se excitava se usasse a cueca de sua mulher Katia. Cueca da  mulher??? Sim! Jonas emprestava suas cuecas para a esposa usar e pedia que ela a devolvesse usada por, pelo menos, três dias de uso. Ele então, poderia se deleitar usando a cueca que cheirava a boceta (vencida, sorry por enfatizar) até quando o aroma desaparecesse. Daí, ela lavava e usava novamente nesse espiral fetichista estranhíssimo. Assim, Jonas gozava e Katia se fudia.

3) Das botas
Telma chega em casa, cansada do trabalho se joga no sofá para se recompor da agitação do dia. Em cima da mesa, ela vê as chaves do marido Francisco. Ele está em casa! E cedo! Se anima, levanta e corre para o quarto ao seu encontro. Lá, seu Francisco se encotra nú, com uma caixa de presente repousando em seu colo. Sem lhe dar chances de falar, ele diz impudicamente “experimente”!.

Telma abre a caixa com euforia, e vê uma bota cano alto de couro preto e um cinto. Entusiasmada por quebrar a rotina, ela experimenta tudo. O marido sufocado de tanto tesão a agarra, e a ordena à manter as botas, os dois fodem como maníacos no cio.

Telma conta que é há cerca de quatro anos que não fode sem estar calçada, pois seu marido só consegue foder se ela estiver de botas e cinto. Assim, Francisco gozava e Telma se fudia.

Migalhas

Voltei. E queria falar de política, filantropia, e olimpíadas, mas na certa vão dizer “viu o que as férias fizeram com ela??? óóóóóóóóó”
♣♣♣
Grande merda. Pra que negar? Putaria, parafilias e obssessões são invariavelmente meus temas prediletos.
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News up-to-date: Casa quase pronta, o negon tá na area, Sobrinho nasceu, comeu botão.
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Agora além de submissa, libertina, tímida, e anti-social, sou tia.
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“meia verdade” ??? O que significa isso, tia Pasquale-sabe-tudo-fodona-mega-blaster-super-combo-culta?
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Afinal, qual é a diferença entre a mentira e uma “meia verdade” ?? anyone?
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Missiva donkey-kong: Desiste nêga, vc tenta desesperadamente se aprofundar em uma opinião, mas só soluça mediocridade. buuuuuuuuuuuuuu!
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Não é frustante quando não captam a sua mensagem? desprezo analfabetas de entrelinhas.
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BLOW-JOB? hein? Alguem aqui tem como profissão assoprar o pau de alguém?
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Boquete é igualmente medonho. “Chupei um pau” é mais digno. E, “chupe o meu pau” é divino.
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É antropológico: o homem quando está saudoso, pensa, cutuca e as vezes, liga. As vezes, ela não atende, e as vezes, a mulher dele nem desconfia.
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E aí, Freud, tem como explicar essa?!
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Quem avisa…: O esquecimento tem como função nos proteger. É algo mais que saudável, é o verdadeiro antídoto contra o ressentimento.
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Então, vc já sabe o que fazer…

On leave

Estou de férias,

féééééééééééééériasssssssssssss! enfim!

Tô botando pra fudê.

Chutando o pau da barraca.

Enfiando o pé na jaca

e, o melhor…

Brincando com fogo!

Volto em breve.

mas, nem tanto.

M.

p.s. Habibi, tô com dor, dor de saudade, aquela.

xxx

Dácuísmo

Tá nervosa? vai tomar no cu, que passa…

Eu acredito fielmente nisso. Só quem já tomou sabe como pode ser relaxante, hipnotizante e quiçá libertador! Ceder o cuzinho, é para a submissa, a entrega sagrada, contudo, o cú está para todos, é questão de uma boa cantada, de forma que todos deveriam cedê-lo pelo menos uma vez na vida.

Esqueça essa crendice popular de que o cu é imaculado, sodomia garante vaga cativa no inferno, e que a fudeca só deve cedê-lo ao seu príncipe-fudeco encantado. Acima de tudo, nada de machismo retrógrado e opressor da sacanagem, afinal praticar o “Dácuísmo” transcende o papel de furar ou ser furado.

Ha alguns estágios na prática de dácuísmo: o primeiro faz tchan.. não, não. Basicamente, você começa com medo travando o brioco, daí aceita a dor e a invasão que embora potencializem o trauma, se transformam em um prazer sem igual. Finalmente você acaba assustando o seu parceiro(a), quando suplica por um DP.

Moral da história: Vai tomar no cú!

 

A outra

Ela acordou nua e percebeu estar no meio de um enorme e luxuoso salão, de certo, pertencia a ala nobre de uma mansão opulenta, pensou. Um chandelier de cristal iluminava a sua cama e refletia luz suficiente para decifrar algumas formas na escuridão. Ela era incapaz de mensurar a dimensão do cômodo que lhe aprisionava, a não ser por uma outra cama ao fundo, que era igualmente pouco iluminada.

Estava amarrada. O leito era forrado de cetim vermelho sangue, suas mãos atadas acima da cabeça estavam frias. Suas pernas presas, trêmulas e escancaradas expunha a sua boceta seca. Gemeu de desconforto, mas fora ignorada. Alerta, escutou um grunhido sufocado que suspeitava vir da cama ao fundo, o som lembrava uma orgia, identificou um gemido isolado que sucedeu uma chicotada inflamada em carne nua. Uma onda de pânico tomou sua alma, mas resolveu esperar, imóvel e aflita.

Vinte e sete. Era esse o número que não saia de sua cabeça, olhando ao redor esforçava-se em buscar a sua última lembrança. Sim, ela sabia, ela sabia de fato que seria a próxima. Seria oferecida para vinte e sete homens, e, que este era o seu desejo ou um preço à se pagar. Se desejo fosse, seria o mais depravado e o último deles.

Rendida se entregou á espera, que fora interrompida pelo silêncio seguido de passos em sua direção. A luz que lhe iluminava, se intensificou, ressaltando a sua pele alva e o vermelho dos seus mamilos eretos. Na mesma proporção a escuridão se expandiu limitando sua visão somente para o diâmetro da cama acetinada. Prendeu a respiração momentaneamente, até sentir a presença dos vinte e sete homens ao seu redor. Ameaçou falar, mas logo foi repreendida com um gag enfiado á força em sua boca. Estava sozinha, exposta e rodeada de muitos. Estava vulnerável como jamais esteve. Estava gostando.

O som abafado dos gemidos havia cessado, e fora substituido pela estimulação umida da masturbação simultanea de vinte e sete caralhos. Sentiu a proximidade de alguns ao ser tocada, analisada e cheirada. Sua boceta respondeu deixando marcas umidas no lençol, sim , estava molhada e cada um lhe enfiava o dedo para apreciar o seu gosto. Mesmo amordaçada, gemeu em súplica para ser fodida, ao invés, entretanto, sentiu o seu rosto arder de um tapa que não antecedeu. Sem emitir nenhum som, estremeceu, lacrimejou e cedeu ao seu papel de protagonista de um espetáculo que não compreendia.

Aguardou tesa e inebriada pelo aroma de tantos caralhos à sua volta, esperava pelo momento que seria coberta de porra. Porra de muitos. Desejava misturá-la e introduzí-la em todos os seus orifícios. Mas, não pôde se conter, a vibração oscilante das punhetas em conjunção com as respirações ofegantes, fizeram as suas entranhas se contorcerem, sua boceta latejava e seu corpo se revirava em agonia. Agora, ela precisava ser fodida, e queria todos eles dentro dela. Desafiando em protesto, resolveu chantageá-los e fechou as pernas.

Os vinte-e-sete, se foram, um por um. Abandonada e confusa sentiu o frio do cetim, sentiu a luz limitada que trazia a escuridão e novamente escutou um som abafado, desta vez porém, de vários homens à gozar. Na cama de outra.

 

 

EU Já:

- Dancei nua em um cabaré
- Me senti culpada no dia seguinte
- Transei com um homem mais novo
- Transei com um homem (bem) mais velho
- Transei com uma mulher bofinho
- Transei doidona
- Ri quando gozei
- Chorei quando não
- Provoquei demais
- Fugi na mesma proporção
- Fui para escola sem calcinha
- Fodi sem ter vontade
- Implorei para ser fodida
- Namorei com dois ao mesmo tempo
- Namorei com duas ao mesmo tempo
- Namorei um homem casado
- Fui perseguida pela mulher dele
- Participei de um ménagè
- Fui aquela
- Fui a outra
- Fui amarrada
- Fui torturada
- Fui abusada
- Fui à uma casa de swing só para olhar
- Olhar não foi somente o que fiz
- Gozei nas amarras
- Gozei com palmadas na bunda
- Gozei sonhando
- Gozei pela frente, por trás e por cima.
- Me entreguei de corpo e alma
- Me entreguei só de corpo
- Me masturbei na webcamnow
- Me masturbei no banheiro do escritório
- Me masturbei na frente dele
- Cruzei um oceano por uma trepada
- Mudei de país por amor

Migalhas

Resultado do “Dia dos namorados”: Mais uma prova de quem importa, de quem vale ter ao lado.
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Resumo do “Dia dos namorados”: Ontem não pude vir aqui, não escrevi nada, nadinha. Não tive tempo. Estava ocupada demais. Com ele. Ahã. muito ocupada, mesmo.
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Amiga em surto psicótico: “Mas afinal, cadê o meu John Lenon? O meu Zé Pequeno? O meu cangaceiro? O meu Sócrates? ou o meu Principe Charles? Cadê o meu Romeu? Dartagnan? Tarzan? Cadê? porra, cadê? “
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…Seil lá cocota, mas, perguntar não ofende: Já contemplou jogar no outro time???
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Uma vez, quando eu exalava puberdade pelos poros, eu já provei um boceta! o sexo foi “gratificante”.
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…Já o relacionamento não funcionou muito bem.. digamos que faltou um pouco de… de… barba cerrada, arroto alto e uma boa “porrada”.
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Visão daquelas que dão um nó na retina: Vê-lo chegando, ofegante, sorridente e com um baita presentão embaixo do braço. É meu, todo meu!
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Top ten cantadas de rua: “Voce deve ser mais apertadinha que os rebites de um submarino.”
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Praga libanesa: Que as pulgas de mil camelos infestem o fundilho daquele que estragar o seu dia, e que seus braços sejam muito curtos para coçar.
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A vala do mundo contemporâneo em um momento Salve a sua alma: “O homossexualismo é causado por opressão demoníaca” – Radio evangélica – Rio de Janeiro
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Estão querendo nos fuder, e o caralho homérico se chama: “CSS” – Contribuição Social para a Saúde.

Missiva “Be aware”

Você sabe o que é isso?

- É uma jaca.

Exatamente onde estão enfiados os meus queridos pés, ambos os dois em conjunto.

Então, não me provoque. Porque hoje, tem!

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Mulher de tromba

Não sei você, mas eu sinto que há algo de peculiar à ser circuncisado nesta muchacha…

..e é grande. Se é.

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Pitando no Rio

Tudo pode ser resumido em uma boa tragada de cigarro .

Umas das coisas que mais gosto de fazer é sair do trabalho, sentar no meu “local bar”, pedir um drink e acender um cigarro . É algo que relaxa . Nada de pentelhação. Nada de pressão, stress-zero na área designada para fumantes, meu canto. Apenas um drink , o cigarro e o pensamento em algum lugar longe .

A vida era simples assim, até o bucéfalo do Cesar Maia proibir o fumo em todos bares, restaurantes, abertos ou não.

Deixo aqui o meu protesto.

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Super Freak

Super freak

Você lembra da austríaca que era mantida pelo próprio pai como escrava sexual no porão de sua casa?

O nome dela é Elisabeth Fritzl. Ela estava em coma desde que foi levada para o hospital, hoje ela acordou.

 

E agora?

Veja as fotos aqui

Em tempo: Será ?????
  =

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Ponto ZzzzzZzzzZzzz

Katiene não conseguia dormir, a insônia voltava à atacar. Virava de um lado ao outro na cama sem ao menos bocejar. Normalmente ela fodia para relaxar e caia no sono, mas desta vez, sem ter a quem recorrer, optou pela masturbação.

Katiene decidiu achar o seu ponto G. Levou os dedos à boca, lambuzou e os introduziu com cuidado em sua boceta curiosa.

Nos primeiros minutos, ela conseguiu enfiar apenas alguns dedos, mas nada de achar ponto algum. Passado mais algum tempo, em seu incansável e ávido desejo de se auto-conhecer, sua mão entrou até o pulso e Katiene percebeu como aquilo era bom.

A sensação de prazer, dor e completude que sua mão lhe causava era extasiante. Ela mexia a mão freneticamente dentro de si, sempre à procura do seu ponto. Nos minutos que se seguiram, Katiene continuou fazendo seu fist, até que, começou à sentir que era capaz de enfiar o braço todo. E, enfiou.

Berrou de dor à medida que o seu braço à penetrava, e lá, no final da sua boceta quente, entre suas carnes úmidas, encontrou o seu ponto, vermelho, protuberante e rijo como um botão de emergência. O pressionou, e dormiu.

xxx

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Em que posso lhe servir?

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A vantagem de ter péssima memória é divertir-se muitas vezes com as mesmas coisas boas como se fosse a primeira vez. Nietzsche

Pouca sinceridade é uma coisa perigosa, e muita sinceridade é absolutamente fatal. Oscar Wilde

Escreva-me: manyukeh@gmail.com

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Nunca confie na mulher que diz a verdadeira idade, pois se ela diz isso... Ela é capaz de dizer qualquer coisa. Eu tenho 34 anos.

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